12 July 2007
Ricardo Cabianca
Com esta frase, a americana Nancy Turett, Presidente da Edelman, presenteou a todos os participantes do 10o Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, no qual o publicitário Ricardo Cianciaruso, editor do Blog “É nóis”, participou e nos traz grandes informações acerca desta nova economia, completamente baseada no relacionamento e interação.
Segundo Ricardo, a americana afirmou que antes o jogo da comunicação era o de mensagens, que construíam lembranças, mas atualmente - e principalmente com a velocidade da comunicação e a interatividade da web, o jogo é o de conversas, que constroem relaciobamentos. “Sejam bem vindos a Economia da Conversa”, disse ela logo após mostrar a personalidade do ano para a revista Time em 2006: VOCÊ. Leia mais…
24 April 2007
Ricardo Cabianca
Tudo bem que a comunicação não é uma ciência exata, pois depende de algumas variáveis - principalmente da forma como a mensagem é passada e da maneira como ela é percebida por quem a recebe. Muitos fatores contribuem para que existam algumas dificuldades para que a sua comunicação seja percebida pelo seu público exatamente como deseja. É por isso que existem profissionais com faculdade, cursos, experiência, etc, etc, etc…. Leia mais…
10 April 2007
Ricardo Cabianca
A comunicação é a mola de muitos processos, desde um relacionamento emocional quanto as atividades corporativas. Quando não existe uma comunicação eficiente, ou seja, trocas de informações, discussões claras e francas, deparamos com uma série de entraves e tenho certeza que todas as pessoas já passaram por um problema ocasionado pela falta de comunicação.
É pelo visto, o nosso governo, mais precisamente os “profissionais” que lidam com a comunicação para a massa estão da mesma forma com um problema de comunicação interna.
A Caixa Econômica colocou no ar uma campanha criada pela Fischer América, onde desenvolveram cofrinhos com os “Poupançudos”, uns bichinhos simpáticos que promovem a motivação para que as crianças guardem suas moedas lá e depois de cheios, levem para uma poupança da Caixa. Quando eu era criança, lembro de ter esta prática também e demorava muito para o cofrinho encher e levar até o banco.
Ao mesmo tempo, o Banco Central vai gastar 8 milhões de reais para pedir ao brasileiro para que não guarde as moedas em casa, que circulem com elas, pois não utilizando elas se torna um grande prejuízo para o país.
As duas campanhas são excelentes, mas será que estou confuso a ponto de achar que elas falam sobre a mesma coisa só que em direções contrárias?
Para saber mais: releases sobre os Poupançudos e nota sobre a campanha do Banco Central