Ontem, conversando com minha amiga Samantha Shiraishi, falávamos sobre o mercado das mídias sociais. Ela me perguntou qual a minha visão sobre este mercado, se iria crescer, etc. Minha resposta foi “sim, vai crescer, só não sei quanto”…
Mas creio que o estudo realizado pelo Bill Tancer, Gerente-geral de pesquisa mundial da Hitwise, uma empresa de rastreamento de atividades on-line, que identificou uma queda nas buscas por sexo na web e um crescimento nas buscas por redes sociais - inclusive superando a primeira - é um verdadeiro indício do que eu respondi para a Samantha.
Segundo o estudo afirma, foram pesquisados 10 milhões de usuários da internet e se concluiu que “nós somos aquilo o que buscamos”, talvez uma versão moderna do dito popular “diga com quem andas e te direi quem és.”.
Com esta conclusão, segundo o autor do livro “Click: What Millions of People are Doing Online and Why It Matters” (”O Que Milhões de Pessoas Estão Fazendo Online e Por Que Isso Importa”), dá para afirmar que o que buscamos na web reflete tanto uma tendência, quanto o comportamento da sociedade e das pessoas.
E os números apontam um crescimento de buscas por redes sociais, ou seja, as pessoas estão buscando maior interconexão entre elas, baseado no relacionamento - seja pessoal ou profissional.
Desta forma, reforçando minha resposta à Samantha, é certo que o mercado (e segmento) das mídias sociais tendem a crescer, gerando uma excelente demanda de profissionais capazes de gerar negócios e resultados.
E na minha visão, o perfil destes profissionais é: excelente escrita e facilidade de expressão sintética, conhecimento geral, bom senso crítico, ter o conceito de respeito no seu DNA e transparência.
Se você se encaixa neste perfil, comece a olhar com mais atenção para o mercado das mídias sociais - talvez esteja aí o seu futuro profissional.
Leia matéria na Folha e Estadão.
[update] Excelente texto do Mauro Brasil, no igualmente excelente Casa do Galo, promove uma apresentação mais bacana do perfil do profissional ideal para atuar nas mídias sociais, que ele apelidou de webvangelizador 2.0. Vale a leitura.