Como escrevi no post anterior o conceito da Franquia Social é moderno e profissionaliza as iniciativas sociais e ambientais das diversas ONG’s que existem em nosso país. Pois de um lado existem empresários preocupados em investir nos conceitos de marketing e responsabilidade social, do outro, instituições do terceiro setor à procura de parceiros que facilitem o seu crescimento e as metodologias da Franquia Social facilitam este encontro.
Existem diversos exemplos, e vou tentar ao longo do tempo expor aqui estas iniciativas a medida que vou me aprofundando mais neste novo conceito.
Um deles, que admiro muito, é a Fundação Projeto Pescar. Um sistema de franquia social formado e mantido por empresas e instituições públicas e privadas, articuladas em uma rede de cidadania. A finalidade do projeto é de preparar jovens com idade entre 16 e 19 anos para o mercado de trabalho e para a vida em comunidade. Hoje, são 97 Unidades distribuídas em 10 Estados brasileiros e no Distrito Federal, que atendem 10.940 jovens em 35 diferentes cursos. O programa ainda possui oito Unidades na Argentina e uma no Paraguai.
A mais nova franquia social do Projeto Pescar foi constituída em Recife, mais precisamente no Centro de Treinamento Técnico da Honda e que atenderá 20 jovens carentes da comunidade local, estudantes do segundo grau. O objetivo é prepará-los para o mercado de trabalho e também para a convivência social, oferecendo cursos de mecânica automotiva e a oportunidade de desempenhar uma profissão, com melhores perspectivas de ocupação, renda e participação cidadã.
Você não pode negar que se trata mesmo de uma (r)evolução para o terceiro setor. Eu apoio e sou defensor de qualquer iniciativa honesta, ética e profissional de promover o bem comum. Ganham todos, sem exceção!!









Participo do Projeto Pescar Banrisul, franquia gerenciada pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul. Em 2008, completamos 5 anos do projeto e 100 jovens formados. A média é de 70% com colocação no mercado de trabalho(estágio/emprego).
É impressionante ver como, apenas dando informação e atenção, podemos mudar as perspectivas de vida destes jovens adolescentes e suas famílias.
O Brasil carece de mais ações assim, concretas, honestas, efecientes e prazeirosas.
Ricardo, muito obrigado pela sua visita e pelo seu depoimento. Parabéns por participar de uma iniciativa desta e pelos resultados!