Tive o prazer de conhecer virtualmente o Guilherme Azevedo, criador e um dos mantenedores do Jornalirismo, um site fantástico que trata a informação como ela deve ser tratada - livre e desimpedida.
Publiquei aqui uma “entrevista” que fiz com ele por email, há quase um ano atrás, quando conheci o site por conta de uma discussão sobre a descentralização da blogosfera versus uma possível institucionalização da mesma, com regras, hierarquia, editorias com limites, etc…Meu objetivo era conhecer por dentro o Jornalirismo e se o conceito de uma descentralização organizada cabia naquela iniciativa. E para minha (não) surpresa, é assim mesmo que o site é gerido.
Bem, um ano depois, me deparo com um site completamente “crescido”, mas mantendo a maneira singular de tratar a informação e muito mais, saíndo do “quadrado” virtual para ações presenciais. Foi o que aconteceu no Seminário Jornalirismo de Marketing Político, realizado nos dias 2 e 3 de setembro, no auditório da Livraria Cultura do Shopping Villa-Lobos, em São Paulo.
Dentre os convidados e os diversos temas debatidos, faço um copy\paste de um trecho, citado pelo Marcelo Coutinho, Diretor do Ibope, apresentando um raciocínio sobre o posicionamento atual da web, frente aos demais canais de mídias conhecidas.
Ele diz “a web está substituindo o modelo “Broadcast”, em que uma única fonte fala e alcança muitos (exemplos da televisão e rádio), para o modelo que chama de “Socialcast”, em que muitos falam para muitos, referência às possibilidades de interação propiciadas pela Internet.”
Lugar comum, mas vale o reforço
Independente das formas, estratégias e ferramentas que estão sendo criadas e discutidas, uma coisa é fato (e mesmo que seja “lugar comum” é bom reforçar): tudo que conhecíamos sobre a propagação de uma informação ganhou proporções estratosféricas com a capacidade e possibilidade de interconexão entre as pessoas, mas mais forte ainda, com a velocidade com que isso acontece.
Sei que isso já é “default”, mas parece que muita gente não aprendeu ou melhor, não percebeu que já estamos em outra era da comunicação.
Só isso….








